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domingo, 20 de dezembro de 2009

Um Natal diferente

Naquele escritório era assim. Todos os anos, pelo Natal, eles procuravam uma família que necessitasse de assistência para comemorar o Natal.
Para o dia que se aproximava, eles localizaram uma família que havia sofrido várias tragédias nos dois anos anteriores. O Natal deles seria magro e triste.
Então, durante um mês, todos no escritório foram colocando as doações em dinheiro dentro de uma lata decorada.
Depois, se divertiram muito escolhendo os presentes para o pai, a mãe e os seis filhos, imaginando a expressão de felicidade deles, ao receberem os presentes.
Para os meninos, luvas para o inverno e aviões em miniatura. Para as meninas, bonecas e bichinhos de pelúcia. Para a mais velha, já adolescente, perfume e um relógio.
Evidentemente, a família não deveria saber quem eram os doadores e, por isso, eles combinaram que o pastor da igreja rural freqüentada pela família, seria o portador dos presentes.
Na sexta-feira anterior ao Natal, a mãe da família voltou mais cedo para casa, após o trabalho. Ela recebera uma gratificação extra do seu patrão. O marido ficou feliz com a notícia.
Agora eles tinham dinheiro para comprar presentes de Natal para os filhos. Sentaram-se e juntos fizeram uma lista, procurando combinar o querer com as necessidades.
Mas, então, eles ficaram sabendo que um amigo estava prestes a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e não poderia pagar as despesas médicas. Mais do que isso, nem tinha o que comer em casa.
Condoídos com a situação, marido e mulher convocaram os filhos para uma reunião de família e decidiram entregar a gratificação de Natal a seus amigos.
Comida e despesas médicas eram mais importantes do que brinquedos de Natal.
Algumas horas depois de tomada a decisão, o pastor foi fazer uma visita para a família.
Antes que ele tivesse tempo de explicar o motivo da visita, eles contaram que gostariam de doar o dinheiro ganho e lhe pediram que entregasse o cheque para a família necessitada.
O pastor ficou muito surpreso diante de tanta generosidade e concordou em entregar o cheque, com uma condição: todos eles deveriam acompanhá-lo até seu carro.
Sem entender muito bem o porquê da exigência do pastor, eles concordaram com o pedido.
Quando atravessaram o portão da casa, eles viram o carro do pastor abarrotado de presentes de Natal. Presentes que o pessoal daquele escritório lhes havia mandado, como expressão de amor natalino.
Que Natal esplêndido foi aquele para as duas famílias necessitadas, para o coração do pastor e para todo o pessoal do escritório!
* * *
Num dia distante, há mais de vinte séculos, o Divino Pastor nasceu entre as Suas ovelhas. Veio manso, numa noite silenciosa, somente deixando-se anunciar por um coro de mensageiros espirituais, aos corações dos homens de boa vontade.
Até hoje, Ele continua assim: falando aos homens que se dispõem a ter boa vontade para com os outros homens. Boa vontade para se doar, para se dar, para amar.
Este é o sentido do verdadeiro Natal: o amor de Deus para com os homens. O amor dos homens uns para com os outros, em nome do Divino Amor que se chama Jesus.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. Uma tradição de Natal,de Pat A Carman, do livro Histórias para o coração da mulher, de Alice Gray, ed. United Press.Em 17.12.2008.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

SER ESPIRITA

Eu quero aprender a doutrina dos espíritos.
Leia o livro dos espíritos.
É a bíblia dos Espíritas.
Se você não ler e estudar.
Como dizer que você sabe.
Não seja leviano.
Antes de falar da doutrina dos Espíritos.
Leia o Livro dos Espíritos recebido e codificado por Allan Kardec Para entender antes de falar.
Fale com segurança.
Fale com base nos Livros da codificação Espirita.
Muita Luz.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Cap. 2 Livro dos espíritos (1ª parte)


CONHECIMENTO DO PRINCÍPIO DAS COISAS
17. É dado ao homem conhecer o princípio das coisas?
“Não, Deus não permite que ao homem tudo seja revelado neste mundo.”
18. Penetrará o homem um dia o mistério das coisas que lhe estão ocultas?
“O véu se levanta a seus olhos, à medida que ele se depura; mas, para compreender certas coisas, são-lhe precisas faculdades que ainda não possui.”
19. Não pode o homem, pelas investigações científicas, penetrar alguns dos segredos da Natureza?
“A Ciência lhe foi dada para seu adiantamento em todas as coisas; ele, porém, não pode ultrapassar os limites que Deus estabeleceu.”

Quanto mais consegue o homem penetrar nesses mistérios, tanto maior admiração lhe devem causar o poder e a sabedoria do Criador. Entretanto, seja por orgulho, seja por fraqueza, sua própria inteligência o faz joguete da ilusão. Ele amontoa sistemas sobre sistemas e cada dia que passa lhe mostra quantos erros tomou por verdades e quantas verdades rejeitou como erros. São
outras tantas decepções para o seu orgulho.
20. Dado é ao homem receber, sem ser por meio das investigações da Ciência, comunicações de ordem mais elevada acerca do que lhe escapa ao testemunho dos sentidos?
“Sim, se o julgar conveniente, Deus pode revelar o que à ciência não é dado apreender.”
Por essas comunicações é que o homem adquire, dentro de certos limites, o conhecimento do seu passado e do seu futuro.

Árvore dos sonhos 2009


Ontem, 7/12, eu Hudson Alves recebi um email da minha amiga Jucione que dizia o seguinte:



ÁRVORE DOS SONHOS

“Uma ponte entre quem quer ser solidário e quem precisa de ajuda.”

Uma árvore está montada no 1º piso do midway (próximo a Lojas Americanas), com o nome e idade de crianças de instituições e comunidades participantes do projeto para que se possa escolher uma delas e doar um presente de natal.

Ano passado, o projeto conseguiu contemplar mais de 1500 crianças de instituições de Natal, Extremoz e comunidades de Macaiba e Parnamirim , a meta em 2009 é ampliar o número para 1700 crianças e adolescentes.
A Árvore fica no shopping até o dia 22 de dezembro .
Não deixe as crianças pensarem que papai Noel não existe.
Participe!

Edna Klesia
Árvore dos Sonhos 2009
Contato:Edna Klesia Coordenação 84 – 4009-000084 – 8865-9071


Vamos ajudar a quem precisa, porque fazendo isso estaremos fando um bem maravilhoso, não só às crianças que receberão o presente, mas a nós também.

Pensem nisso!

domingo, 6 de dezembro de 2009

O milagre do perdão

Tudo ia muito bem até aquele dia. Ela era uma mulher casada. E muito bem casada. Era feliz. Seu marido, um alto executivo, apesar das constantes viagens que o retinham fora do lar a períodos regulares, era um homem atencioso.
Nada havia que ela desejasse que ele não viesse a satisfazer. Uma casa confortável, segurança, carinho.
Até aquele dia, quando a notícia chegara de repente: ele sofrera um infarto. Nem uma última palavra, um último abraço. Nada.
O enterro foi triste e silencioso. Depois só ficou uma imensa saudade. Tudo era motivo de recordação.
Os livros dele, o jardim onde passeavam juntos. Em tudo a presença-ausência dele. Os dias eram amargos.
Então, ela recebeu uma carta. Vinha de um outro Estado e era assinada por uma mulher. Em poucas linhas, a desconhecida lhe fazia ciente de que o homem pelo qual chorava tinha sido também o seu amor.
E, como fruto do relacionamento de alguns anos, ela ficara com duas crianças pequenas. Descrevia seu drama. As dificuldades profissionais, as despesas que se avolumavam, as necessidades que cresciam.
Rogava desculpas por atormentá-la, mas pedia auxílio para suas duas meninas.
A primeira reação foi de revolta, de raiva. Sentiu-se traída, magoada. Com o passar dos dias, aquilo foi arrefecendo e dando lugar a um outro sentimento.
Pensou no amor que seu marido deveria ter pelas filhas. Agora estavam órfãs.
Por muito amá-lo, tomou uma decisão. Respondeu a carta dizendo que ficaria com as duas crianças. Assumiria a sua educação. Com uma condição: a mãe as deveria entregar aos seus cuidados em definitivo.
Acertaram detalhes e combinaram um encontro. Ela queria as crianças. Pedaços do seu amor que se fora. Haveria de tratá-las como suas filhas. Eram amores do seu marido.
No aeroporto se encontraram. De longe, ela viu a outra: jovem, bonita. Era uma nissei. Sentiu ciúmes. As crianças eram lindas.
A jovem, com lágrimas nos olhos, despediu-se delas, fez-lhes recomendações e se dispôs a partir.
As crianças se achegaram a ela, soluçando. A cena era tocante. Então, a mulher sentiu uma onda de carinho invadi-la e chamou a jovem mãe.
Vamos ser uma única e grande família. Fique conosco você também. Seremos amigas e mães das nossas meninas sem pai.
Era o milagre do perdão.
Não do perdão dos lábios, mas o perdão do coração. O verdadeiro. O que coloca um véu sobre o passado.
O único que é levado em conta, pois Deus não se satisfaz com as aparências. Ele sonda a intimidade e conhece os mais secretos pensamentos dos homens.
* * *
O esquecimento completo e absoluto das ofensas é próprio das grandes almas.
Perdoar é pedir perdão para si próprio. Afinal, quem de nós não necessita dele? Quem de nós pode dizer, em sã consciência, que não comete equívocos?
Se alguém nos prejudicou, mais um motivo para o exercício do perdão, pois o mérito é proporcionado à gravidade do mal.
Olvidarmos o mal. Pensarmos no bem que se pode fazer. Cuidarmos de retirar do coração todo sentimento de rancor. Deus sabe o que se demora no fundo d\'alma de cada um de Seus filhos.

Redação do Momento Espírita.Em 03.02.2009.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

6ª Jornada Espírita da Barra do Cunhau

O Federação Espírita do RN, através de sua Comissão Regional Sul, promove mais uma Jornada Espírta na Barra do Cunhaú, na sua 6ª Edição, o evento conta com a participação das Irmãs Robertine de Freitas, Elizabeth Diniz e André Arruda. A temática deste ano tem como foco LIÇÕES PARA FELICIDADE. O evento será realizado nos dias 03, 04 e 05 de Dezembro.
Aguardamos sua visita e contamos com sua vibração e prece!
Fonte: Boletim da FERN.

Luzes do milênio

Periodicamente, a bondade de Deus remete à Terra focos de luz, que banham a Humanidade com suas presenças. Não falamos de Jesus, desde que Ele é o próprio centro da História, dividindo as águas do pretérito de desacertos humanos da época das luzes dos Seus ensinos. Mas nos recordamos do jovem de Tarso, de nome Paulo. Jovem e ardoroso pregador da lei de Moisés que, após o encontro com Jesus, na estrada de Damasco, torna-se o evangelizador dos gentios. Graças às suas viagens, seu destemor, tornou o Evangelho conhecido em larga parte do mundo de então, chegando até à Macedônia, pregando na Roma dos Césares, colaborando eficazmente na propagação dos ensinos do Cristo. Agostinho de Hipona que, após os anos desorientados da sua juventude, em que cometeu tolices, abraça o Evangelho e dá testemunho de sua fé, em um período de convulsão histórica. Ele chegou a afirmar que estava convencido de que sua mãe, desencarnada, o viria visitar e revelar o que aguarda os homens para além dos portais do túmulo, numa antevisão do que viria mais tarde ensinar a Doutrina Espírita. Francisco de Assis, na Idade Média, vem falar ao povo da doutrina clara e simples do Cristo, remetendo os homens de retorno às fontes primitivas do Cristianismo. Ao seu lado, o suave vulto de Clara, jovem filha da nobreza de Assis, que se volta para os seus irmãos hansenianos, paupérrimos e abandonados pelo preconceito da ignorância então vigente. No terreno da música, Mozart traduz as vozes dos céus em melodias de cristalina sonoridade, enquanto Leonardo da Vinci e Michelângelo imortalizam a beleza na pintura, na escultura, em versos de cores e formas perfeitas. Na ciência e na filosofia despontam missionários da têmpera de Einstein, Pasteur, Voltaire. Dos mais recentes recordamos Gandhi, o apóstolo da não­-violência, que provou com o sacrifício de sua vida o que demonstrou Jesus há mais de dois mil anos, ou seja, que o amor triunfa sobre a guerra e a morte. Ante tantas bênçãos, é bom nos questionemos o que estamos delas fazendo e de que maneira temos retribuído o amor e a compaixão de nosso Pai. Permita Deus que saibamos merecer tantas dádivas, mostrando-nos dignos da Sua imensa bondade e sabedoria. * * * Michelângelo, ao acabar de talhar no mármore a figura de Moisés, contemplou emocionado o trabalho e, ante a perfeição das linhas que o faziam parecer vivo, bateu com seu instrumento de trabalho no joelho da estátua, ordenando: Parla , que quer dizer, no idioma italiano: Fala. Mozart jamais fazia rascunhos das pautas das suas composições. É como se nelas traduzisse algo que sua alma captava nos arcanos do invisível, surgindo a obra, desde o primeiro momento, primorosa, limpa, sem necessidade de rasuras ou emendas posteriores.
Redação do Momento Espírita com base no artigo As luzes do milênio, publicado no Boletim SEI nº 1549, de 06/12/1997.Em 26.01.2009.