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sábado, 6 de agosto de 2011

18 DE ABRIL, DIA DO IDEAL ESPIRITA

Sejamos justos.
Somos espíritas?
Somos cristãos?

Pratiquemos o nosso ideal espirita.
Pratiquemos o nosso ideal cristão.
Devemos aprender e apreender
o que é melhor Para nós.

Jesus Cristo é o emissário de Deus.
Jesus Cristo é o divino amigo da humanidade.
Jesus Cristo em sua trajetória terrestre,
prometeu que enviaria o Consolador prometido.

Em 18 de abril,
Allan kardec lança o Livro dos Espíritos, na França.
Em 18 de abril, mais uma vez,
se faz luz, para o roteiro dos espíritos
em evolução no orbe terrestre.

Hoje vemos a doutrina dos espíritos
atingir milhões de pessoas em
toda a humanidade.

Mas sejamos justos conosco mesmo.
Vamos praticar o nosso ideal espirita.

18 de abril, dia do ideal espirita.
18 de abril, dia de Allan kardec.

18 de abril, dia de colocar as mãos as obras.
E fazer a divulgação da
doutrina dos espíritos.
Muita Paz.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Clóvis Nunes no NENL

No próximo dia 04.08.2011 (Quinta-Feira), às 19:30hs, CLÓVIS NUNES-BA estará proferindo uma palestra no NÚCLEO ESPÍRITA NOSSO LAR (NENL).

 Não perca a oportunidade de ouvir um dos melhores oradores espíritas baianos.

 O NENL fica na Avenida Lima e Silva, 1340 (por trás da garagem dos onibus da Guanabara, no Bairro de N. S. de Nazaré.

Fonte: Ricardo Torres.

sábado, 30 de julho de 2011

Dividir com Amor

A miséria sócio-econômica, que entulha as avenidas do mundo, mistura- se à de natureza moral, que atulha os edifícios e residências de luxo como os guetos da promiscuidade libertina.
O que podes fazer, parece-te quase sem sentido ou significação, tão grande e volumoso é o problema. Apesar disso, não te escuses de auxiliar.

Se não consegues ir à causa do problema, minimiza-lhe os efeitos.

Desde que não podes erradicar, de um golpe, a fome, a enfermidade, a ignorância, contribui com a tua quota de amor, por mínima que seja.

Sempre podes dividir do que possuis, com aquele que nada tem.

Quando repartes com amor, multiplicas a esperança, favorecendo a alegria.

Menos tem, aquele que se nega a doar algo.

*

Afirma-se que esse gesto de amor gera o paternalismo, promove o vício...

Não têm razão, os que assim informam.

Muitos males, e alguns crimes, são abortados quando uma atitude de amor interrompe o passo do infeliz que padece fome, desespero e dor...

Somente quem aprende a abrir a mão, descerra o bolso, terminando por oferecer o coração.

Faze o que te esteja ao alcance, e a vida fará o resto.



Divaldo P. Franco. Da obra: Episódios Diários. Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis. Capítulo 14. LEAL.


* * * Estude Kardec * * *

Lançamento

Feijoada da A.E.C.

 A FEIJOADA DA ASSOCIAÇÃO ESPÍRITA DO CANDELÁRIA, A.E.C., ACONTECE NO DIA 07 DE AGOSTO, ÀS 11:00hs; UM DIA APÓS O ENTRENAT.

REFERÊNCIA: POR TRÁS DO SINE DE CANDELÁRIA EXISTE UMA IGREJA EVANGÉLICA. A A.E.C. FICA DE FRENTE DA IGREJA. NO AVISO TEM O VALOR DA SENHA E O CONTATO.

YRES.

Fonte: Ricardo Torres.

domingo, 24 de julho de 2011

Ainda o amor

Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.

Alguns o confundem com as paixões violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.

Entretanto, o amor já foi definido pelos Espíritos do Bem como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.

Não é produto de momentos, mas construção laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.

Narra o famoso escritor inglês Charles Dickens que dois recém-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afeição pura e profunda que devotavam um ao outro.

Não possuíam senão o indispensável, mas cada um era portador de uma herança particular.

O jovem recebera como legado de família um relógio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade não podia utilizá-lo por não ter uma corrente apropriada.

A esposa recebera da própria natureza uma herança maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.

Mantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabeça, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem até os ombros.

Transcorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades básicas.

Em certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.

Ela insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos lábios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o relógio.

Segurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.

Trêmula e emocionada, a esposa logo deteve em suas mãos o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto lágrimas significativas lhe rolavam pelas faces.

Olharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o relógio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do relógio.

Ante a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.

* * *

O amor não é somente um meio, é o fim essencial da vida.

Toda expressão de afeto propicia a renovação do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em relação ao futuro.

* * *

O amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer reações imunológicas, que proporcionam resistência para as células, que assim combatem as enfermidades invasoras.

O amor levanta as energias alquebradas e é essencial para a preservação da vida.

Eis porque ninguém consegue viver sem amor, em maior ou menor expressão.

Redação do Momento Espírita com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13

do livro Momentos enriquecedores, pelo Espírito Joanna de Ângelis,

psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

Em 05.05.2009.