12º. Seminário Espírita de Mossoró
Tema: Constelação Familiar
Facilitador: Marcel Mariano (BA)
Data: 26 e 27 de maio de 2012
Local: Hotel Thermas de Mossoró
Inscrições: R$ 20,00 - nas Casas Espíritas
PROGRAMAÇÃO
Módulo 1 - Sábado (14h30 às 17h30)
1) Conceitos de família;
2) Laços materiais e espirituais da família;
3) Provas e expiações dentro da família;
4) Igualdade entre homens e mulheres.
PALESTRA PÚBLICA - 20h -
Leis Morais - uma ética para a vida.
Módulo 2 - Domingo (08h30 às 12h)
5) A crise moral;
6) Desafios da família contemporânea;
7) Crise de valores dentro da família;
8) Resgate de valores pela família.
Bem Vindo!
Sejam bem vindos ao nosso blog, esperamos que, ao lê-lo, você encontre algo que ajude na sua evolução espiritual.
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FAVOR NÃO ACENTUAR AS PALAVRAS, NEM USAR Ç.
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
O verdadeiro sentido
Fora da Igreja Não Há Salvação. Fora da Verdade Não Há Salvação
Enquanto a máxima - Fora da caridade não há salvação - assenta num princípio
universal e abre a todos os filhos de Deus acesso à suprema felicidade, o dogma - Fora da Igreja, não há salvação -se estriba, não na fé fundamental em Deus e na imortalidade da alma, fé comum a todas as
religiões, porém numa fé especial, em dogmas particulares; é exclusivo e absoluto. Longe de
unir os filhos de Deus, separa-os; em vez de incitá-los ao amor de seus irmãos, alimenta e
sanciona a irritação entre sectários dos diferentes cultos que reciprocamente se consideram
malditos na eternidade, embora sejam parentes e amigos esses sectários. Desprezando a
grande lei de igualdade perante o túmulo, ele os afasta uns dos outros, até no campo do
repouso. A máxima - Fora da caridade não há salvação consagra o princípio da igualdade
perante Deus e da liberdade de consciência. Tendo-a por norma, todos os homens são irmãos
e, qualquer que seja a maneira por que adorem o Criador, eles se estendem as mãos e oram
uns pelos outros. Com o dogma - Fora da Igreja não há salvação, anatematizam-se e se
perseguem reciprocamente, vivem como inimigos; o pai não pede pelo filho, nem o filho pelo
pai, nem o amigo pelo amigo, desde que mutuamente se consideram condenados sem
remissão. É, pois, um dogma essencialmente contrário aos ensinamentos do Cristo e à lei
evangélica.
Fora da verdade não há salvação eqüivaleria ao Fora da Igreja não há salvação e
seria igualmente exclusivo, porquanto nenhuma seita existe que não pretenda ter o privilégio
da verdade. Que homem se pode vangloriar de a possuir integral, quando o âmbito dos
conhecimentos incessantemente se alarga e todos os dias se retificam as idéias? A verdade
absoluta é patrimônio unicamente de Espíritos da categoria mais elevada e a Humanidade
terrena não poderia pretender possuí-la, porque não lhe é dado saber tudo. Ela somente pode
aspirar a uma verdade relativa e proporcionada ao seu adiantamento. Se Deus houvera feito
da posse da verdade absoluta condição expressa da felicidade futura, teria proferido uma
sentença de proscrição geral, ao passo que a caridade, mesmo na sua mais ampla acepção,
podem todos praticá-la. O Espiritismo, de acordo com o Evangelho, admitindo a salvação para todos, independente de
qualquer crença, contanto que a lei de Deus seja observada, não diz: Fora do Espiritismo não
há salvação; e, como não pretende ensinar ainda toda a verdade, também não diz: Fora da
verdade não há salvação, pois que esta máxima separaria em lugar de unir e perpetuaria os
antagonismos.
Allan Kardec. Da obra: O Evangelho Segundo o Espiritismo. 112 edição. Capítulo XV. Item 8. Livro eletrônico gratuito em http://www.febnet.org.br. Federação Espírita Brasileira. 1996.
* * * Estude Kardec * * *
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
"Avaliação"
O dono de um açougue foi surpreendido pela entrada de um cão no seu estabelecimento.
Enxotou-o, mas o cão voltou logo em seguida.
Ao tentar espantá-lo mais uma vez, reparou que o cão trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
- Pode mandar-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?
O cão trazia também dinheiro na boca, uma nota de 50 euros.
O açougueiro pegou o dinheiro, pôs as salsichas e a perna de carneiro num saco e colocou tudo na boca do cão.
Este começou a descer a rua e, quando chegou ao cruzamento, depositou o saco no chão, pulou e apertou o botão para o sinal ficar verde.
O açougueiro ficou realmente impressionado. Como já estava na hora, decidiu fechar a loja e seguir o cão.
Este atravessou a rua e caminhou até uma parada de ônibus, sempre com o açougueiro a segui-lo.
Esperou pacientemente com o saco na boca que o sinal fechasse e pudesse atravessar..
Na parada, o cão sentou-se no banco, esperando o ônibus.
Quando um chegou, o cão foi até à frente para conferir o número e voltou para o seu lugar.
Outro ônibus chegou e ele tornou a olhar, viu que aquele era o número certo.
O açougueiro, boquiaberto, seguiu o cão.
Mais adiante este levantou-se, ficou em pé nas duas patas traseiras e apertou o botão para mandar parar o ônibus, tudo isso com as compras ainda na boca.
O açougueiro e o cão saltaram e foram caminhando pela rua até que o cão parou à porta de uma casa e pôs as compras no passeio.
Então virou-se um pouco, correu e atirou-se contra a porta. Tornou a fazer o mesmo mas ninguém respondeu.
Então contornou a casa, pulou um muro baixo, foi até à janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
Caminhou de volta para a porta e, de repente, um cara enorme abriu a porta e começou a espancar o bicho.
O açougueiro correu até ao homem e impediu-o dizendo:
-'Deus do céu homem, o que é que você está fazendo?
O seu cão é um gênio!'
O homem respondeu:
- Um gênio? Esta é a segunda vez esta semana que este cão estúpido se esquece da chave!'.
Moral da história?
Você pode exceder todas as expectativas, mas a sua avaliação depende sempre da incompetência de quem o avalia.
Enxotou-o, mas o cão voltou logo em seguida.
Ao tentar espantá-lo mais uma vez, reparou que o cão trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
- Pode mandar-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor?
O cão trazia também dinheiro na boca, uma nota de 50 euros.
O açougueiro pegou o dinheiro, pôs as salsichas e a perna de carneiro num saco e colocou tudo na boca do cão.
Este começou a descer a rua e, quando chegou ao cruzamento, depositou o saco no chão, pulou e apertou o botão para o sinal ficar verde.
O açougueiro ficou realmente impressionado. Como já estava na hora, decidiu fechar a loja e seguir o cão.
Este atravessou a rua e caminhou até uma parada de ônibus, sempre com o açougueiro a segui-lo.
Esperou pacientemente com o saco na boca que o sinal fechasse e pudesse atravessar..
Na parada, o cão sentou-se no banco, esperando o ônibus.
Quando um chegou, o cão foi até à frente para conferir o número e voltou para o seu lugar.
Outro ônibus chegou e ele tornou a olhar, viu que aquele era o número certo.
O açougueiro, boquiaberto, seguiu o cão.
Mais adiante este levantou-se, ficou em pé nas duas patas traseiras e apertou o botão para mandar parar o ônibus, tudo isso com as compras ainda na boca.
O açougueiro e o cão saltaram e foram caminhando pela rua até que o cão parou à porta de uma casa e pôs as compras no passeio.
Então virou-se um pouco, correu e atirou-se contra a porta. Tornou a fazer o mesmo mas ninguém respondeu.
Então contornou a casa, pulou um muro baixo, foi até à janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
Caminhou de volta para a porta e, de repente, um cara enorme abriu a porta e começou a espancar o bicho.
O açougueiro correu até ao homem e impediu-o dizendo:
-'Deus do céu homem, o que é que você está fazendo?
O seu cão é um gênio!'
O homem respondeu:
- Um gênio? Esta é a segunda vez esta semana que este cão estúpido se esquece da chave!'.
Moral da história?
Você pode exceder todas as expectativas, mas a sua avaliação depende sempre da incompetência de quem o avalia.
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
REFLEXÕES SOBRE A GRANDE TRANSIÇÃO PLANETÁRIA
Queridos amigos, estas são reflexões imprescindíveis, que todos nós, espíritas, comprometidos com a divulgação e vivência dos ensinamentos do Espiritismo, necessitamos fazer, compreendendo que estamos sendo convocados, diretamente, para contribuir com o processo de regeneração da Humanidade.
Minha proposta aos queridos amigos é a de observarmos mais atentamente a mensagem-revelação do Espírito Órion., contida no livro Transição Planetária.
Ressaltarei desse capítulo, que é o terceiro, os pontos referentes à convocação que é feita pelo emissário que veio de uma das Pleiâdes (constelação do Touro), especialmente a nós, espíritas.
Incialmente apresento algumas considerações.
O livro Transição Planetária, a meu ver, é a obra mediúnica mais importante dos últimos tempos ao abordar o grandioso processo da renovação planetária, conforme está predito, e como isso se realizará, para que a Terra alcance o patamar da regeneração.
Jesus, no Sermão profético (Mt c.24 e 25; Mc c.13; Lc 21:5-36) fala do “princípio das dores” e da“grande tribulação”.
Em O Livro dos Espíritos, em resposta à questão 1019 proposta por Allan Kardec, o Espírito São Luís elucida, com muita clareza, o que deverá ocorrer para que o bem reine na Terra. Também em A Gênese, cap. XVIII, Kardec aprofunda os esclarecimentos com relação à grande transformação moral e espiritual do planeta.
Na magnífica obra mediúnica Há dois mil anos, (FEB, 1939), Emmanuel, através da psicografia de Chico Xavier, relata no cap. VI da segunda parte, intitulado “Alvoradas do reino do Senhor”, o discurso de Jesus (texto que divulguei há 3 anos para todos os nossos grupos), quando recepcionava um grupo de mártires sacrificados no circo romano. Segundo Emmanuel, o Mestre fez naquele momento sublime, “a exposição de suas profecias augustas”. Nessa importante profecia – recordemos que isto aconteceu há dois mil anos –encontramos detalhes de como se dará a transição, que ora está em curso.
No ano de 1948, a FEB lança o livro Caminho, verdade e vida, de Emmanuel/Chico Xavier, em cujo cap.140, intitulado “Para os montes”, o autor espiritual tece comentários sobre um dos versículos do Sermão profético, conforme Mt 24:16. O texto é notável pois traça um panorama - àquela época –do que estamos vivendo hoje.
Recentemente, a Mentora Joanna de Ângelis, através de Divaldo Franco, divulga a mensagem intitulada “A Grande transição”, (livro Jesus e Vida – LEAL, 2007) excelente esclarecimento sobre o tema que estou enfocando. Interessante assinalar que esta mensagem foi transmitida, penso eu, como preparação para o livro Transição Planetária , que é o objeto de nossas reflexões.
Todos os textos acima evidenciam que a importante contribuição do querido Benfeitor Manoel Philomeno de Miranda, está doutrinariamente fundamentada nas obras citadas.
A obra Transição Planetária, traz, portanto, minuciosos esclarecimentos acerca do processo da regeneração do planeta Terra. Sendo assim é imprescindível que todos os que estarão recebendo essas reflexões estejam em dia com a leitura desse livro. E quem já leu releia...
A seguir, observemos o trecho em que Órion esclarece a vinda de milhares de Espíritos da mesma Esfera ao qual pertence que, inicialmente, estarão se dirigindo às comunidades espirituais (que são denominadas entre nós de ‘colônias espirituais’) que estão próximas à Terra, expondo o grandioso programa ,“de forma que, unidos, formemos uma só caravana de laboriosos servidores, atendendo as determinações do Governador terrestre, o Mestre por excelência.”
Minha proposta aos queridos amigos é a de observarmos mais atentamente a mensagem-revelação do Espírito Órion., contida no livro Transição Planetária.
Ressaltarei desse capítulo, que é o terceiro, os pontos referentes à convocação que é feita pelo emissário que veio de uma das Pleiâdes (constelação do Touro), especialmente a nós, espíritas.
Incialmente apresento algumas considerações.
O livro Transição Planetária, a meu ver, é a obra mediúnica mais importante dos últimos tempos ao abordar o grandioso processo da renovação planetária, conforme está predito, e como isso se realizará, para que a Terra alcance o patamar da regeneração.
Jesus, no Sermão profético (Mt c.24 e 25; Mc c.13; Lc 21:5-36) fala do “princípio das dores” e da“grande tribulação”.
Em O Livro dos Espíritos, em resposta à questão 1019 proposta por Allan Kardec, o Espírito São Luís elucida, com muita clareza, o que deverá ocorrer para que o bem reine na Terra. Também em A Gênese, cap. XVIII, Kardec aprofunda os esclarecimentos com relação à grande transformação moral e espiritual do planeta.
Na magnífica obra mediúnica Há dois mil anos, (FEB, 1939), Emmanuel, através da psicografia de Chico Xavier, relata no cap. VI da segunda parte, intitulado “Alvoradas do reino do Senhor”, o discurso de Jesus (texto que divulguei há 3 anos para todos os nossos grupos), quando recepcionava um grupo de mártires sacrificados no circo romano. Segundo Emmanuel, o Mestre fez naquele momento sublime, “a exposição de suas profecias augustas”. Nessa importante profecia – recordemos que isto aconteceu há dois mil anos –encontramos detalhes de como se dará a transição, que ora está em curso.
No ano de 1948, a FEB lança o livro Caminho, verdade e vida, de Emmanuel/Chico Xavier, em cujo cap.140, intitulado “Para os montes”, o autor espiritual tece comentários sobre um dos versículos do Sermão profético, conforme Mt 24:16. O texto é notável pois traça um panorama - àquela época –do que estamos vivendo hoje.
Recentemente, a Mentora Joanna de Ângelis, através de Divaldo Franco, divulga a mensagem intitulada “A Grande transição”, (livro Jesus e Vida – LEAL, 2007) excelente esclarecimento sobre o tema que estou enfocando. Interessante assinalar que esta mensagem foi transmitida, penso eu, como preparação para o livro Transição Planetária , que é o objeto de nossas reflexões.
Todos os textos acima evidenciam que a importante contribuição do querido Benfeitor Manoel Philomeno de Miranda, está doutrinariamente fundamentada nas obras citadas.
A obra Transição Planetária, traz, portanto, minuciosos esclarecimentos acerca do processo da regeneração do planeta Terra. Sendo assim é imprescindível que todos os que estarão recebendo essas reflexões estejam em dia com a leitura desse livro. E quem já leu releia...
A seguir, observemos o trecho em que Órion esclarece a vinda de milhares de Espíritos da mesma Esfera ao qual pertence que, inicialmente, estarão se dirigindo às comunidades espirituais (que são denominadas entre nós de ‘colônias espirituais’) que estão próximas à Terra, expondo o grandioso programa ,“de forma que, unidos, formemos uma só caravana de laboriosos servidores, atendendo as determinações do Governador terrestre, o Mestre por excelência.”
“De todas essas comunidades(colônias espirituais) seguirão grupos espirituais preparados para a disseminação do programa, comunicando-se nas instituições espíritas sérias e convocando os seus membros à divulgação das diretrizes para os novos cometimentos.
Expositores dedicados e médiuns sinceros estarão sendo convocados a participarem de estudos e seminários, para que seja desencadeada uma ação internacional no planeta, convidando as pessoas sérias à contribuição psíquica e moral em favor do novo período.”
Expositores dedicados e médiuns sinceros estarão sendo convocados a participarem de estudos e seminários, para que seja desencadeada uma ação internacional no planeta, convidando as pessoas sérias à contribuição psíquica e moral em favor do novo período.”
É importante que leiam todo o capítulo e que atentemos para as advertências que Órion transmite. Claro que os testemunhos acontecerão, como podemos imaginar.
Na parte final da mensagem ele afirma : “ O modelo a seguir permanece Jesus, e a nova onda de amor trará de retorno o apostolado, os dias inesquecíveis das perseguições e do martirológio que, na atualidade, terá características diversas, já que não se podem matar impunemente os corpos como no passado...”
Queridos amigos, agora já sabemos.
A sintonia com essa programação depende de cada um, desde que aceite participar. Mas penso que todos estamos, vibratoriamente e honrosamente, engajados nesse nobre propósito.
Como diz Joanna, a amorável Benfeitora de todos nós:
Na parte final da mensagem ele afirma : “ O modelo a seguir permanece Jesus, e a nova onda de amor trará de retorno o apostolado, os dias inesquecíveis das perseguições e do martirológio que, na atualidade, terá características diversas, já que não se podem matar impunemente os corpos como no passado...”
Queridos amigos, agora já sabemos.
A sintonia com essa programação depende de cada um, desde que aceite participar. Mas penso que todos estamos, vibratoriamente e honrosamente, engajados nesse nobre propósito.
Como diz Joanna, a amorável Benfeitora de todos nós:
“Aclimatados à atmosfera do Evangelho, respiremos o ideal da crença...
E unidos uns aos outros, entre os encarnados e com os desencarnados, sigamos.
Jesus espera: avancemos!
E unidos uns aos outros, entre os encarnados e com os desencarnados, sigamos.
Jesus espera: avancemos!
Suely Caldas Schubert - 18/01/2011
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domingo, 17 de maio de 2009
Construtores do Amanhã
Autor: Bezerra de Menezes (espírito)
Filhos da alma, que Jesus nos abençoe!
O Espiritismo é uma nascente de bênçãos que flui incessantemente, oferecendo a água cristalina da Verdade para todos os sedentos da Humanidade. Podemos considerá-lo, também, como o Sol da Nova Era aquecendo os corações enregelados, e libertando as mentes angustiadas. É verdade que a dor parece zombar das gloriosas conquistas contemporâneas. Do seu crivo, ninguém na indumentária carnal consegue escapar. Aqui é a violência, sob todos os aspectos considerada, ceifando a floração de vida que não chegou à maturidade... Ali é o sofrimento mal contido no íntimo dos corações, arrancando da face a máscara da falsa alegria. Mais distante, são os desejos irrealizados, convertidos em conflitos tormentosos, gerando desinteligência e padecimentos profundos. Em todo lugar, a presença do sofrimento abençoado! Oh! dor bendita, que vergas a cerviz dos poderosos e demonstras a fatuidade das conquistas terrenas! Bendigamos a oportunidade de experimentar, nas carnes da alma, a presença do sofrimento, transformando-se, pela resignação e coragem do enfrentamento, em condecorações luminosas, que nos destacarão na grande jornada em direção da luz imarcescível. Vivemos o momento da grande transição que deixa a impressão de que os Ouvidos Divinos nos penetrais do Infinito não escutam o clamor da Terra... Nunca, entretanto, como hoje, a Misericórdia do Pai Amantíssimo tem respondido às multidões desarvoradas as súplicas que Lhe são dirigidas. Jamais, como agora, o Amor de Jesus enviou à Terra Embaixadores tão numerosos para que possam apresentar-Lhe a mensagem dúlcida do amor, que ficou esquecida na memória dos tempos... Heróis anônimos da caridade, missionários da renúncia, cientistas e pensadores, artistas e estetas mergulham, sem cessar, nas sombras terrestres para evocar e viver a proposta do Amor como dantes nunca havia ocorrido. É verdade, filhas e filhos da alma, que as aflições permanecem, também através do sítio estabelecido por mentes desencarnadas, que buscam cercear-vos o passo, vitimadas pela revolta, tentando obstaculizar a marcha do progresso moral. Afirmais, muitas vezes, que sentis os aguilhões, as flechas disparadas pelos arqueiros das Trevas, dilacerando-vos a intimidade dos sentimentos. Reportai-vos continuamente a esse cerco feroz que parece triunfar em alguns arraiais da sociedade. Não vos esqueçais, porém, do Amor do Pai Celestial, generoso, e da Misericórdia de Jesus que vos não esquecem e, a cada momento, o silêncio da sepultura arrebenta-se, trazendo-vos de volta os Mensageiros da Verdade, os novos construtores do amanhã para sustentar-vos na luta. É natural, meus filhos e minhas filhas, que tal ocorra. Não se pode edificar, num planeta de provas e expiações, transitando para o grau de regeneração, senão com a presença do sofrimento, que foi cristalizado pela nossa intemperança, resultante do nosso processo evolutivo no passado, quando ainda nas vascas da ignorância do ontem. ...Mas, o Deotropismo arrasta-nos e a Voz do Cristo, convocando as Suas ovelhas ao rebanho, fascina-nos. Não temamos nossos irmãos enlouquecidos. São Filhos de Deus, credores da nossa compaixão e da nossa misericórdia. Hostilizando-nos, necessitam de nós e, por nossa vez, deles necessitamos. Estendamos-lhes os braços afetuosos, ofertemos-lhes a oração de fraternidade e juntos busquemos Jesus. Alcançais, a pouco e pouco, novos patamares da evolução, embora o Movimento Espírita apresente as dificuldades compreensíveis defluentes da vulgarização da mensagem, diminuindo em qualidade o que ganha em quantidade. As diretrizes aqui exaradas, as decisões aqui estabelecidas nestes dias e a vossa dedicação constituem o selo de garantia no trabalho enquanto estiverdes submetidos à inspiração do Mestre Galileu. Permanecei devotados, esquecei as diferenças e recordai-vos da identidade dos conceitos, deixando à margem os espículos, os desvios de opinião, para, unidos, pensarmos juntos, na construção do amor por definitivo em nosso amado planeta. Vossos guias espirituais assistem-vos e Ismael, em nome de Jesus, guia-vos. Sigamos, pois, Espíritos-espíritas e espíritas-Espíritos, dos dois planos da Vida, de mãos dadas, entoando o nosso hino de alegria por gratidão a Jesus pela honra de havermos sido chamados, à última hora, para trabalhar na Sua Vinha... Alegrai-vos, filhas e filhos da alma, bendizendo a honra de servir! Que o Senhor de bênçãos vos abençoe hoje e sempre! São os votos carinhosos do amigo paternal e humílimo de sempre.
Bezerra
Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, no encerramento da Reunião Ordinária do Conselho Federativo Nacional da Federação Espírita Brasileira, no dia 9 de novembro de 2008, em Brasília, DF.
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