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domingo, 2 de maio de 2010

E se a morte chegasse agora?

Se você soubesse que hoje iria morrer – o que faria? Esta pergunta foi feita a um homem, no século XIII. Era um homem iluminado. Nascido em berço de ouro, conheceu as delícias da abastança. Filho de rico mercador, trajava-se com os melhores tecidos da época. Sua adolescência e juventude foram impregnadas das futilidades daqueles dias, em meio a expressivo número de amigos. Assim transcorria sua vida, quando um chamado se deu a esse jovem. Então, ele se despiu dos trajos da vaidade e se transformou no Irmão Francisco, o Irmão dos Pobres. Sua alma se encheu de poesia e ele passou a compor versos para as coisas pequeninas, mas muito importantes, da natureza. Chamou irmãos à água, ao vento, ao sol, aos animais. Sua alma exalava o odor da alegria que lhe repletava a intimidade. Muitos amigos o seguiram, abraçando os lemas da obediência, pobreza e castidade. Amigos na opulência, amigos na virtude. Certo dia, enquanto arrancava do jardim as ervas daninhas, Frei Leão, que o observava, lhe perguntou: Irmão Francisco, se você soubesse que morreria hoje, o que faria? Francisco descansou o ancinho, por um instante. Seus olhos, apagados para as coisas do mundo passageiro, pareceram contemplar paisagens interiores de beleza. Suspirou, pareceu mergulhar o olhar para o mais profundo de si e respondeu, sereno: Eu? Eu continuaria a capinar o meu jardim. E retomou a tarefa, no mesmo ritmo e tranquilidade. Quantos de nós teríamos condições de agir dessa forma? A morte nos apavora a quase todos. Tanto a tememos que existem os que sequer pronunciamos a palavra, porque pensamos atraí-la. Outros, nem comparecemos ao enterro de colegas, amigos, porque dizemos que aquilo nos deprime, quando não nos atemoriza. Algo como se ela nos visse e se recordasse de nos vir apanhar. E andamos pela vida como se nunca fôssemos morrer. Mas, de todas as certezas que o mundo das formas transitórias nos oferece, nenhuma maior que esta: tudo que nasce, morre um dia. Assim, embora a queiramos distante, essa megera ameaçadora que chega sempre em momentos impróprios, ela vem e arrebata os nossos amores, os desafetos, nós mesmos. Por isso, importante que vivamos cada dia com toda a intensidade, como se nos fosse o derradeiro. Não no sentido de angústia, temor, mas de sabedoria. Viver cada amanhecer, cada entardecer e cada hora, usufruindo o máximo de aprendizado, de alegria, de produção. Usar cada dia para o trabalho honrado, que nos confira dignidade. Estar com a família, com os amigos. Sorrir, abraçar, amar. Realizar o melhor em tudo que façamos, em tudo que nos seja conferido a elaborar. Deixar um rastro de luz por onde passemos. Façamos isso e, então, se a morte nos surpreender no dobrar dos minutos, seguiremos em paz, com a consciência de Espíritos que vivemos na Terra doando o melhor e, agora, adentraremos a Espiritualidade, para o reencontro com os amores que nos antecederam. Pensemos nisso.
Redação do Momento EspíritaEm 27.02.2009.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

A arte

Que é a arte?

A arte pura é a mais elevada contemplação espiritual por parte das criaturas. Ela significa a mais profunda exteriorização do ideal, a divina manifestação desse “mais além” que polariza as esperanças da alma. O artista verdadeiro é sempre o “médium” das belezas eternas e o seu trabalho, em todos os tempos, foi tanger as cordas mais vibráteis do sentimento humano, alçando-o da terra para o infinito, e abrindo em todos os caminhos, a ânsia dos corações para Deus, nas suas manifestações supremas de beleza, de sabedoria, de paz e de amor.

Todo artista pode ser também um missionário de Deus?

Os artistas, como os chamados sábios do mundo, podem enveredar, igualmente, pelas cristalizações do convencionalismo terrestre, quando nos seus corações não palpite a chama dos ideais divinos, mas, na maioria das vezes, têm sido grandes missionários das idéias, sob a égide do senhor, em todos os departamentos da atividade que lhes é própria, como a literatura, a música, a pintura, a plástica. Sempre que sua arte se desvencilha dos interesses do mundo, transitórios e perecíveis, para considerar tão somente a luz espiritual que vem do coração uníssono com o cérebro, nas realizações da vida, então o artista é um mais devotados missionário de deus, porquanto saberá penetrar os corações na paz da meditação e do silêncio alcançando o mais alto progresso de si mesmo e de seus irmãos em humanidade.

Pode alguém fazer-se artista tão-só pela educação especializada em uma existência?

A perfeição técnica individual de um artista, bem como as sua mais notáveis características, não constituem a resultante das atividades de uma vida, mas de experiências seculares na terra e na esfera espiritual, porquanto o gênio, em qualquer sentido, nas manifestações artísticas mais diversas, é a síntese profunda de vidas numerosas, em que a perseverança e o esforço se casaram para as mais brilhantes florações da espontaneidade.

Como poderemos entender o psiquismo dos artistas, tão diferente do que caracteriza o homem comum?

O artista, de um modo geral, vive quase sempre mais na esfera espiritual que propriamente no plano terrestre. Seu psiquismo é sempre a resultante do seu mundo íntimo, cheio de recordações infinitas das existências passadas, ou das visões sublimes que conseguiu apreender nos círculos de vida espiritual, antes da sua reencarnação no mundo. Seus sentimentos e percepções transcendem aos do homem comum, pela sua riqueza de experiências no pretérito, situação essa que por vezes, dá motivos à falsa apreciação da ciência humana, que lhe classifica os transportes como neurose ou anormalidade, nos seus erros de interpretação. É que, em vista da sua posição psíquica especial, o artista nunca cede às exigências do convencionalismo do planeta, mantendo-se acima dos preconceitos contemporâneos, salientando- se que, muita vez, na demasia de inconsideração pela disciplina, apesar de suas qualidades superiores, pode entregar-se aos excessos nocivos à sua liberdade, quando mal dirigida ou falsamente aproveitada. Eis por que, em todas as situações, o ideal divino da fé será sempre o antídoto dos venenos morais, desobstruindo o caminho da alma para as conquistas elevadas da perfeição.

Extraído do livro O Consolador psicografia Chico Xavier/Emmanuel
Segunda parte / II Sentimento.

Aos evangelizadores/DIJ‏


Amigos evangelizadores,Esta mensagem é para aqueles que preocupam-se com a dinamicidade do trabalho entre as juventudes Espíritas de Natal.Em 2010 temos uma programação especialmente voltada para as Juventudes Espíritas da Comissão Regional Natal.Serão três Manhãs Jovens, uma em Abril, a segunda em Junho e a terceira em Setembro. Culminando o ano, em Novembro, nós estaremos participando da Confraternização de Juventudes Espíritas do RN – CONJERN.Por favor ,se possível,imprimam o cartaz e coloquem na Casa Espírita que vocês frequentam. Obrigada,Equipe DIJ/FERN

20 anos do Centro Espírita Sementes de Amor - Assú

PROGRAMAÇÃO

01/05/2010 – SábadoTema: Chico Xavier: Mediunidade e Caridade com Jesus e Kardec Expositor: Eden Lemos (FERN/NATAL)
04/05/2010 – Terça-feiraTema: Contribuição do Espiritismo para a Humanidade
Expositor: José Couto (Casa do Caminho/Mossoró)
08/05/2010 – SábadoTema: Jesus Conosco
Expositor: Thales Medeiros (SEM/Mossoró)
11/05/2010 – Terça-feiraTema: A cada um segundo as suas obras
Expositor: Cristovan Frota (CELD/Mossoró)
15/05/2010 – SábadoTema: A missão do Homem na Terra
Expositor: Denilson Maia (SEM/Mossoró)
18/05/2010 – Terça-feiraTema: O Evangelho e as bases para a autorrealização
Expositor: Ivan Brito (CEEAK/Mossoró)
22/05/2010 – SábadoTema: Saúde Integral: mente, corpo e espírito
Expositora: Zoraide de Sá Leitão (CESA/Assú)
25/05/2010 – Terça-feiraTema: Autodespertamento
Expositor: Sérgio Sales (SEM/Mossoró)
29/05/2010 – SábadoTema: Livre-arbítrio e Destino
Expositor: Jomar Morais (Natal)
Local: Centro Espírita Sementes de AmorRua: Pref. Manoel Montenegro, 379 – Centro Assú/RNHorário: 20 horas

1º Semana de Cultura Espírita de Vitória da Conquista.




WORKSHOP COM LITZ RANGEL

Tema: O QUE JESUS DISSE E NÃO DISSE... O QUE JESUS FEZ E NÃO FEZ.
Local: Auditório do Hotel Maine
(Av. Salgado Filho, 1791 - Lagoa Nova)
Data: 23 de maio de 2010 (domingo)
Hora: das 09h às 13h
Senha: R$ 30,00 com direito ao livro ARQUEOLOGIA DOS EVANGELHOS
Realização: Centro Espírita Luz Divina - CELD
Apoio: Federação Espírita do Rio G. do Norte - FERN
informações: afa_1947@yahoo.com.br