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domingo, 14 de dezembro de 2008

Quando eu tiver partido...

Amanhã, quando eu tiver partido, desejo que você me recorde como alguém que muito a amou.
Desejo que você me recorde como aquela pessoa que esperou meses para que você desabrochasse no mundo.
E, quando lhe viu, pequenina, necessitada de tantos cuidados, teve outros tantos meses de sobressalto, constatando a sua fragilidade.
Desejo que você recorde que foi muito amada, desde o anúncio de sua concepção.
Nascida, foi amada pela beleza dos seus traços, pelo brilho dos seus olhos e pela graça de cada gesto seu.
Desejo que recorde que aguardei seus primeiros balbucios, com ansiedade, para que me dessem a certeza de que você podia dominar as palavras.
Que vibrei com cada conquista sua. Estive ao seu lado quando você foi juntando as letras e leu sua primeira frase. E seu primeiro livro.
Que a busquei na escola, nos dias de sol e de chuva. E, mais de uma vez, andei com você na chuva, porque você, criança, adorava andar na chuva.
Que se lembre das tantas vezes que a levei ao parque. Rolei com você na grama. Subi e desci morros porque você dizia que queria vencer a montanha. E nunca lhe disse que aquilo era só um pequeno morro.
Escalei a montanha, e atravessei o pequeno arvoredo, brincando de explorar florestas.
Quando eu não mais estiver ao seu lado, nesta vida, lembre que eu lhe acompanhei as vitórias na escola, na dança, na música.
Recorde dos meus aplausos, das lágrimas de felicidade, dos sorrisos e dos abraços.
Recorde das idas à Biblioteca, das pesquisas realizadas em conjunto, da busca nos livros e na Internet.
Eu espero que você tenha tudo guardado na sua lembrança. Os presentes escolhidos, os passeios programados, as idas ao cinema, a pipoca, o refrigerante, o lanche, o sorvete.
Eu espero, sobretudo, que você recorde das nossas conversas, dos comentários a respeito das cenas vistas e reprisadas.
Da emoção dos concertos e de como introduzi a boa música em sua vida, numa época em que você estava mais ligada em sons altos, ruído e agitação.
E de como você descobriu a música clássica, erudita e a beleza da música popular, regional, internacional, passando a apreciá-las, em tempo e momento devidos.
Espero que você recorde dos valores morais que exemplifiquei, dos diálogos com Deus de que lhe falei tantas vezes, espontâneos, brotando do coração.
Das preces que juntas fizemos, nas noites mal dormidas, nos dias de enfermidade, nos momentos de alegria.
Porque muito a amei, de onde eu estiver prosseguirei a velar por você. E isso eu desejo que você nunca esqueça.
O mundo poderá lhe apresentar espinhos e machucar seus sentimentos. O sucesso desejado poderá não chegar. Pessoas poderão lhe voltar as costas.
Mas, eu estarei velando por você porque o amor não fenece com o tempo, nem desaparece quando nos transferimos de um mundo para o outro.
Isso será muito importante que você não esqueça: do sentimento que jamais se extingue com o tempo, com a idade, com as alterações mais intensas ou mais profundas.
Por fim, espero que você me possa recordar com igual carinho e ternura com que lhe embalei os anos, os sonhos, as conquistas.
Porque far-me-á muito bem, onde eu esteja, receber as flores do seu coração, perfumadas, sedosas, dizendo que vivo em sua memória e na doçura da sua afeição.Redação do Momento EspíritaEm 05.11.2008.

Educação

Queridos irmãos, se você é um educador espírita, principalmente na área de infância e juventude, e está em busca de novos materiais para desenvolver seu trabalho, acessem o endereço a seguir e desfrutem do seu conteúdo, vocês vão gostar!!!

Período Natalino, Dezembro...


Dezembro... muita gente tira o último mês do ano para se confraternizar, dar presentes, entrar em contato com aquela pessoa que faz tanto tempo que não se comunica, etc e tal...

Quando eu(Hudson) era mais novo, não tinha o conhecimento e o pensamento que tenho hoje em dia, dizia que as pessoa eram hipócritas pelo fato deixar passar o ano todo, só pra no final do ano se reunirem; só que eu parei pra pensar no seguinte: durante a maio parte do ano, os onze primeiros meses, as pessoas ficam nunhma tremenda correria, é trabalho, família, estudo, estc. se não tirassem pelo menos o final do ano que realmente é um período de confraternização, ai seria muito pouco caso.

Mas, mesmo com esse novo pensamento de comportamento humano, ainda aho que as pessoas deveriam se confraternizar durante todo o ano. Não é preciso está ali direto, se encontrando... basta fazer uma pequena ligação, enviar um email, um torpedo, etc. Ai sim, deixa pr fazer uma bela confraternização no final do ano.

Vamos nos confraternizar durante todo o ano. Pensem Nisso!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Desculpas...

Queridos irmãos, desculpem pela demora das postagens... É que nós estávamos sem acesso à internet, mas esperamos q a partir de agora não tenhámos mais esse problema.
Muita paz a todos.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Solidariedade



Gente essa criança tem 3 anos e está desaparecido desde 21/06/2008. Ele sumiu da cidade de São Carlos, interior de São Paulo. Ele nasceu no Rio de Janeiro. a família nuca pode imaginar que passaria por este pesadelo. A policia não tem nenhuma informação concreta sobre seu paradeiro esta sendo um mistério a forma de como este anjinho sumiu. Os pais pedem, encarecidamente, que orem a Deus por ele. Desde já todos de sua família agradecem.


Ajudem a procurar por esse ser que anda desaparecido e longe do berço familiar, qualquer coisa entrem em contato com (11)8687-5361 falar com Laércio Garcia.


Divulguem a foto entre amigos, vamos entrar nessa corrente de solidariedade e fazer essa familia sorrir novamente.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Quem são nossos pais?

Quando abrimos os olhos, neste mundo, vimos debruçados sobre nosso berço, duas pessoas especiais: nosso pai e nossa mãe.
Nos primeiros anos nos sentimos dependentes deles. E, mesmo o simples fato de eles estarem a nos olhar, se constituía em segurança para nós.
Assim, aprendemos a andar, amparados pelos seus braços. Nossos machucados receberam curativos e beijos.
Aprendemos a andar de bicicleta, enfrentamos as ondas do mar, as águas da piscina.
Suas mãos nos conduziram à escola e quando fomos ali deixados pela primeira vez, pareceu que algo se quebrou dentro de nós.
Estaríamos sendo abandonados?
Contudo, ao final do dia, retornamos ao lar e aprendemos que a escola era somente um lugar para estar algumas horas.
Era um lugar para aprender, para fazer amizades, para crescer.
Mas sempre havia um lugar para voltar: nosso lar. O aconchego da família, a segurança paterna, o carinho materno.
À medida que os anos foram se somando, deixamos de ser dependentes. Andamos com nossos pés, agimos com nossa vontade, alçamos vôos mais altos, ou rasos.
E, alguns de nós, passamos a olhar os pais de forma diferente. Quem são eles para desejarem comandar a nossa vida?
Quem são eles para dizerem o que devemos ou não fazer?
Quem são?
Nossos pais são Espíritos que, quase sempre, guardam relações afetivas conosco de longa data. Amigos que aceitam nos receber como filhos, desejando encurtar distâncias entre nós e o progresso.
Espíritos que se dispõem a nos oferecer um corpo, a nos proteger, a nos amar.
Exceções existem, é verdade. Espíritos não tão amigos que se reencontram no cadinho doméstico para ajustes do pretérito um tanto nebuloso.
Mesmo assim, eles nos moldaram um corpo, permitindo-nos a reentrada no mundo carnal, e lhes devemos ser gratos.
Mas, se desejam saber aonde vamos, com quem vamos, nesses tempos de tanta violência, é porque conosco se preocupam.
Se nos estabelecem horários para o retorno ao lar, se nos procuram quando nos retardamos, é porque a nossa segurança os preocupa.
Se insistem conosco para que estudemos mais, nos esforcemos mais, é porque, mais experientes pela maturidade que ainda não temos, nos desejam ver galgar degraus de sucesso.
Se nos impõem disciplina, se nos exigem atitudes comedidas, é porque desejam colaborar com nosso progresso.
Para isso, Deus nos confiou à sua guarda.
E porque esse compromisso está registrado em sua memória espiritual, tanto quanto pelos laços de afeto que nos unem, eles se importam conosco.
Pensemos nisso e antes de reclamarmos tanto, olhemos nossos pais com gratidão.
Vivamos com eles o melhor possível. Afinal, não estarão sempre conosco.
É possível que logo mais eles se transfiram para a espiritualidade, cumprida sua missão.
Vivamos usufruindo o melhor da sua companhia, da sua sabedoria, dos seus afagos.
Amanhã, quando não estiverem mais conosco, teremos doces lembranças para alimentar a nossa saudade.
Redação do Momento Espírita.Em 03.11.2008.

Um Achado...


Na edição de O POTI do dia 23/11/2008, foi publicado uma matéria na qual informa que, alguns dias atrás, quando a direção da Sociedade Espírita de Cultura e Assistencia (SECA), fazia uma organização nos arquivos da instituição, foram encontrados alguns originais de Otoniel Menezes,que foi um dos fundadores da citada instituição, para melhores detalhes acessem o seguinte link: http://www.diariodenatal.com.br/int_cotidiano_interna.php?id=42434